IRDA DESMONTA CAMPANHA DE DIFAMAÇÃO E DESINFORMAÇÃO VINCULADA PELO PORTAL JOANA CLEMENTINA

A Direção da IRDA – Igreja do Reino de Deus em Angola vem, por meio do presente comunicado, repudiar de forma firme e inequívoca a campanha de desinformação, manipulação da opinião pública e disseminação de notícias falsas que tem sido promovida em determinadas plataformas digitais e redes sociais, com destaque para conteúdos associados ao portal Joana Clementina e alguns dissidentes movidos por interesses obscuros.
Tornou-se público um conjunto de alegações infundadas relacionadas a uma suposta vinda do Bispo Edir Macedo a Angola, insinuando a existência de convites, articulações ocultas e alegados vínculos institucionais entre a IRDA e a Igreja Universal do Reino de Deus.
A IRDA esclarece categoricamente que:
1.º
Nunca existiu qualquer convite oficial dirigido ao Bispo Edir Macedo para deslocar-se a Angola em representação ou ligação à IRDA.
Tal narrativa é totalmente falsa, irresponsável e fabricada com o claro propósito de criar instabilidade, confusão e desgaste institucional perante os fiéis, autoridades e a opinião pública nacional.
2.º
A IRDA é uma instituição religiosa angolana, autónoma, e juridicamente independente, desde a sua constituição e reorganização institucional.
Qualquer tentativa de associar artificialmente a IRDA a estruturas externas constitui uma manipulação grosseira da verdade factual e jurídica.
3.º
A IRDA repudia veementemente o uso abusivo do nome de Sua Excelência o Presidente da República, João Lourenço, em narrativas sem qualquer fundamento sério.
É inaceitável que determinados grupos utilizem o nome das instituições do Estado angolano e das mais altas figuras da Nação para alimentar agendas pessoais, conflitos internos e campanhas de intoxicação mediática, a IRDA pauta-se pelo respeito absoluto às instituições da República, à legalidade, à paz social e à estabilidade institucional do país
4.º
Os promotores dessas falsas narrativas procuram apenas atingir o bom nome, a credibilidade e a estabilidade da IRDA.
A sociedade angolana já reconhece os métodos recorrentes de difamação, provocação e manipulação emocional utilizados por certos agentes que, incapazes de aceitar a nova realidade institucional da IRDA, insistem em fabricar escândalos fictícios para confundir os membros e contaminar a opinião pública.
A IRDA não se deixará arrastar para o terreno da desordem social, do sensacionalismo ou da mentira organizada.
Por fim, apelamos aos membros, fiéis e à população em geral para que rejeitem conteúdos sem autenticidade, sem confirmação oficial e propagados com objetivos claramente maliciosos.
A verdade institucional prevalecerá sempre sobre a propaganda, a intriga e a desinformação.
GABINETE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL E DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS DA IGREJA DO REINO DE DEUS EM ANGOLA, em luanda aos 12 de maio de 2026



